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A Resistência à Transparência: A Administração do Condomínio e o Jogo de “Mestre da Justiça”

A Meus amigos, como é curioso o caso do Condomínio Borges Landeiro Tropicale. A resistência à Comissão de Moradores (CMCT) é um daqueles episódios que mostram como certas administrações preferem viver na zona de conforto da opacidade, onde a transparência e a participação dos moradores são apenas palavras bonitas jogadas ao vento. O que essa administração do condomínio não entende é que, ao tentar barrar a CMCT, não está fazendo nenhum favor a ninguém. Muito pelo contrário.

A CMCT, ao contrário do que alguns querem fazer parecer, não está aqui para se armar como um grupo de "justiceiros" buscando protagonismo, mas sim para garantir aquilo que é de direito: a defesa dos interesses coletivos dos moradores e a transparência nas finanças do condomínio. E quem se opõe a isso, ao final, é quem tem algo a esconder. A sua atuação está respaldada pela legislação, desde o Código Civil até a Lei nº 11.127/2005. Não há dúvidas: a CMCT tem legitimidade para agir e representar os interesses dos condôminos.

Agora, se a administração não quer ver isso, talvez seja hora de abrir os olhos. Recentemente, em janeiro de 2025, a CMCT descobriu algo que, digamos, é um verdadeiro "furo de reportagem" no meio condominial: em 2023, a administração cobrou dos moradores duas parcelas a mais, de R$: 13.701,00 totalizando R$ 27.402,00. Pois bem, quando a CMCT notificou a administração sobre o erro, a resposta foi: a devolução de tudo o que foi cobrado a mais. E aqui vai o detalhe crucial: a devolução foi feita a TODOS os 480 apartamentos, não apenas para os associados da CMCT! Ou seja, mesmo aqueles que fazem cara feia para a comissão e preferem se esquivar da transparência estavam, no fim das contas, sendo protegidos pela ação da CMCT. Mais uma prova de que a comissão não está para beneficiar uma minoria, mas a coletividade inteira.

E tem mais! A CMCT, ao contrário da administração, busca parcerias que realmente beneficiem todos os moradores. Um exemplo claro disso é a colaboração com o Marketplace xcondo.shop, uma plataforma que traz benefícios diretos para os condôminos, sem discriminação, sem apadrinhamentos, sem essa de "quem está comigo está no clube". E quem é que deveria aplaudir uma iniciativa como essa? A administração! Mas ao invés disso, prefere continuar jogando contra, como se a transparência fosse um inimigo a ser combatido.

O que estamos vendo aqui é uma gestão que prefere a guerra fria, a obstrução do diálogo e a negação da legitimidade de quem está apenas querendo fazer o que é certo. Não se trata de uma luta pela manutenção de privilégios, mas pela garantia de um condomínio mais justo e transparente. E essa resistência à CMCT é, no fim das contas, uma forma de ignorar a vontade da coletividade. Porque, no final das contas, quem resiste à participação e à transparência, está apenas enterrando o próprio futuro da comunidade.

Marcos Lamounier
Empresário, escritor, músico e com muito orgulho; Presidente da CMCT

One thought on “A Resistência à Transparência: A Administração do Condomínio e o Jogo de “Mestre da Justiça”

  1. Parabéns a todos os envolvidos neste projeto. Ninguém resiste à uma sociedade organizada. É extremamente necessário que todos estejam imbuídos e abracem uma palavrinha pouco utilizada mas que diz muito “TRANSPARENCIA”.
    Tudo o que não for transparente, suspeito o é.

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